sábado, 27 de agosto de 2011

Giants Causeways

                                                                     GIANTS CAUSEWAY

         No condado de Antrim, percorrendo sua costa norte de Atlântico Norte vai encontrar uma área que se estende por mais de seis quilômetros entre Causeways Head e Benbane Head de falésias, são rochas ou terras altas e íngremes, à beira mar. Estas formações geológicas são resultado da erosão marinha.
         Este trecho costeiro apresenta formações geológicas inigualáveis, que datam de 50 milhões de anos, fruto da atividade vulcânica Esta atração foi incluída como Patrimônio Mundial em 1986, e desde épocas que remontam aos anos de 1739, quando alguns artistas as retrataram em quadros e desenhos, mas foi graças aos desenhos de François Vivares, que foram muito divulgados, as escadas dos gigantes começaram a despertar a curiosidade das pessoas.Com o aumento dos curiosos, pescadores colocaram suas barcas para fazerem passeios ao lugar, chegando a trazer personagens ilustres como Sir Walter Scott e Mak Twain, em 1814 e 1882 respectivamente.
         Este nome de calçada é originário de uma lenda. Um gigante chamado de Finn MacCool desejava lutar com um gigante rival da Escócia chamado Benandonner, assim o gigante irlandês iniciou a construir uma escada sobre o mar, para que o gigante escocês pudesse vir o enfrentar, aqui a lenda apimenta com um pouco de humor. O gigante irlandês, Finn ao ver seu oponente descomunal, correu para casa e pediu para sua mulher Oonagh que lhe escondesse. Esta por sua vez, o disfarçou em um bebe e lhe pos num berço. O gigante escocês ao chegar na casa de seu rival se deparou com “aquele bebe enorme” e supôs que o pai daquela criatura deveria ser descomunal e se pos a fugir espavorido, de volta a Escócia, destruindo na passagem a calçada, para que o outro não o perseguisse.
         Lendas à parte, a calçada, são colunas de rocha basálticas, que após um derrame vulcânico por ocasião do resfriamento por uma glaciação tomou esta forma que vemos atualmente, e isto graça a um bispo de Derry que em 1962 visitou o lugar, e como era um erudito docente da Universidade de Cambridge, publicou em 1965 a primeira descrição conhecida, em uma revista especializada.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

AURORA

                                                                                 AURORA

                             BOREAL                                      &                         AUSTRALIS

                                          AS LUZES DOS CEUS DO NORTE E DO SUL

         O nome Aurora Boreal é latin, e significa alvorada do norte. Galileu em 1622 tem os créditos de ser o primeiro a utilizar o termo. Na latitude onde o cientista italiano viveu as cores em vermelho predominavam nos céus por ocasião da aurora. Já no hemisfério sul o mesmo fenômeno acontece onde é chamado Aurora Australis ou Polaris.
         As auroras são manifestações físicas, mas deram e dão margem a muitas lendas e mitos. As luzes, os efeitos cromáticos que se descortina nos céus por ocasião do evento é algo indescritível.   A explicação é racionalmente explicável: partículas eletricamente carregadas provenientes do sol, (ventos solares) colidem com as partículas da nossa atmosfera, mais precisamente o oxigênio e o nitrogênio, em altitudes que variam entre os 80 aos 500 km, nas regiões próximas aos pólos magnéticos da Terra. Estas luzes podem ser vistas em todos os lugares do planeta em torno dos círculos polares (Alaska/Groelandia/Islândia/Finlândia/Noruega/Rússia/Suécia no norte) e no pólo sul na região do continente Antártida.
         O Sol funde hidrogênio em Helio em condições de extrema pressão e temperatura, esta tremenda energia emana em forma de radiação e também em forma de partículas eletricamente carregadas. Estas partículas ao entrarem ou nas proximidades da nossa atmosfera colidem com os átomos de nitrogênio e oxigênio e emitem luzes, as quais chamamos de aurora. As cores podem variar entre o cinza-vermelho-azul-laranja-purpura e magenta e as formas são as mais variadas.
         Sigurorur H. Stefnisson e Jóhann Ísberg fotógrafos islandeses e apaixonados pelas cores dos céus, dedicaram suas vidas nas mais extremas condições climáticas para nos trazerem as mais belas fotos das luzes do norte, algumas dela ouso expor aqui com seus devidos créditos, fotos extraídas do seu livro: AURORA-Lights of Northern Sky (JPV ÚTGÁFA).

luzes do norte-aurora boreal





                                                                                              ISLANDIA

         Acabo de voltar da Islândia e Irlanda. Foi um passeio muito bonito e com uma diversificação muito grande no que tange a paisagem natural. Um contraste gritante; comparando os dois paises. A Islândia um pequeno pedaço de terra perdido entre a América e a Europa, com um território pequeno e praticamente todo tomado por rochas vulcânicas.
         A Irlanda, igualmente outro pedaço de terra no extremo oeste da Europa, com sua costa Atlântica açoitada por fortes ventos e as águas revoltas do Atlântico, que lhe esculpiram seu famoso relevo litorâneo.
         Vamos voltar para a Islândia ou Iceland: este pedaço de terra é uma formação vulcânica recente, também sua povoação é recente. Estimam os historiadores, ser um dos últimos sítios da Terra a serem povoados. Segundo Ari Porgilsson o assentamento humano na Islândia ocorreu em seis décadas, entre 870-930 AD no Período Viking. Por longo tempo o local foi chamado de Thule, que mais ou menos significa “onde o sol brilha a noite”.
         Atualmente é um país muito bonito de se visitar, mais precisamente no verão. Sua geografia peculiar oferece grandes atrativos. Por se tratar de uma formação geológica bastante recente e por estar situada na margem das placas tectônicas Americana e Eurasiana é como se fosse uma ponte entre os dois continentes. Esta localização e sua própria formação não deixam de refletir sua intensa atividade geotermal, traduzida por muitos vulcões, derrames basálticos com significativas colunas escalonadas, como se pode ver com mais facilidade na Irlanda do Norte a famosa Giants Causuways. Também vamos encontrar grandes áreas de gêiser, geleiras, glaciares, praias, encostas escarpadas, grandes planícies de areia negra, produzida pela erosão da rocha vulcânica e das cinzas. Acontece nesta região, mas não é exclusividade dela, pois o fenômeno é percebido em outros locais na região dos pólos magnéticos da Terra. A AURORA BOREAL que é um fenômeno físico que da aos céus uma coloração indescritível, vou guardar uma coluna só para descrever mais detalhadamente este fenômeno.
         Resumindo a Islândia nos oferece uma diversificada visão de horizontes, onde uma tênue flora e fauna lutam para dar um pouco mais de cor ao horizonte cinza e ao céu na maioria das vezes plumbeo. Nesta limitada diversificação, onde o solo negro, as sucessivas cadeias de vulcões, as margens litorâneas rasgadas por majestosa baias ou outras vezes por promontórios, onde com ajuda do sol brilhante o pelo seu céu que desdobra em cores pasteis dão aos glaciares e campos de gelo uma luminosidade plástica. As águas provenientes dos glaciares e gêiser acabam despencando em ornamentais saltos ou repousando placidamente em delicados lagos.
         A Islândia é um país de contraste, uma terra que clama pela luminosidade solar. No inverno as noites são longas, o frio é intenso e o gelo toma conta de praticamente tudo. No verão a natureza ressurge todo seu esplendor colorindo lagos, rios e montanhas.
         As cidades são assepticamente limpas e bem ordenadas, o povo é gentil e muito amistoso. As casas parecem terem saído duma aquarela infantil, devido às cores que as ornamentam. Telhados pintados de escarlate, azul e outras. As paredes das casas encontram numa quadra, as cores prismáticas do sol.  Residências com flores nas portas, suas janelas grandes, para receberem o máximo de luminosidade, são ornadas com pequenos enfeites que ficam entre as cortinas rendadas e o interior. São delicadas casas pintadas ora de verde, ora de amarelo, já a seguinte de azul e assim vão reproduzindo o arco íris pelas ruas. Os islandeses são de uma amabilidade impar, hospitaleiros e gentis. Um povo que gosta de ler, ama a natureza, gosta de musica e tem um sentimento único de viver o máximo e aproveitar cada momento, buscando a felicidade.
         Uma ave, tipicamente da região é o Puffin (Fratercula ártica), faz grandes ninhos na escarpas dos penhascos apresenta um olhar fraterno, dócil e curioso ao mesmo tempo, tal qual aos coalas australiano nos da a imediata sensação de os levar para casa e acarinhá-lo. Assim foi a Islândia que vi um país apaixonante, um povo, uma natureza, que independente do clima sabem fazer uma nação gostosa de se viver.



islandia-iceland

                                                                                      ISLANDIA

         Acabo de voltar da Islândia e Irlanda. Foi um passeio muito bonito e com uma diversificação muito grande no que tange a paisagem natural. Um contraste gritante; comparando os dois paises. A Islândia um pequeno pedaço de terra perdido entre a América e a Europa, com um território pequeno e praticamente todo tomado por rochas vulcânicas.
         A Irlanda, igualmente outro pedaço de terra no extremo oeste da Europa, com sua costa Atlântica açoitada por fortes ventos e as águas revoltas do Atlântico, que lhe esculpiram seu famoso relevo litorâneo.
         Vamos voltar para a Islândia ou Iceland: este pedaço de terra é uma formação vulcânica recente, também sua povoação é recente. Estimam os historiadores, ser um dos últimos sítios da Terra a serem povoados. Segundo Ari Porgilsson o assentamento humano na Islândia ocorreu em seis décadas, entre 870-930 AD no Período Viking. Por longo tempo o local foi chamado de Thule, que mais ou menos significa “onde o sol brilha a noite”.
         Atualmente é um país muito bonito de se visitar, mais precisamente no verão. Sua geografia peculiar oferece grandes atrativos. Por se tratar de uma formação geológica bastante recente e por estar situada na margem das placas tectônicas Americana e Eurasiana é como se fosse uma ponte entre os dois continentes. Esta localização e sua própria formação não deixam de refletir sua intensa atividade geotermal, traduzida por muitos vulcões, derrames basálticos com significativas colunas escalonadas, como se pode ver com mais facilidade na Irlanda do Norte a famosa Giants Causuways. Também vamos encontrar grandes áreas de gêiser, geleiras, glaciares, praias, encostas escarpadas, grandes planícies de areia negra, produzida pela erosão da rocha vulcânica e das cinzas. Acontece nesta região, mas não é exclusividade dela, pois o fenômeno é percebido em outros locais na região dos pólos magnéticos da Terra. A AURORA BOREAL que é um fenômeno físico que da aos céus uma coloração indescritível, vou guardar uma coluna só para descrever mais detalhadamente este fenômeno.
         Resumindo a Islândia nos oferece uma diversificada visão de horizontes, onde uma tênue flora e fauna lutam para dar um pouco mais de cor ao horizonte cinza e ao céu na maioria das vezes plumbeo. Nesta limitada diversificação, onde o solo negro, as sucessivas cadeias de vulcões, as margens litorâneas rasgadas por majestosa baias ou outras vezes por promontórios, onde com ajuda do sol brilhante o pelo seu céu que desdobra em cores pasteis dão aos glaciares e campos de gelo uma luminosidade plástica. As águas provenientes dos glaciares e gêiser acabam despencando em ornamentais saltos ou repousando placidamente em delicados lagos.
         A Islândia é um país de contraste, uma terra que clama pela luminosidade solar. No inverno as noites são longas, o frio é intenso e o gelo toma conta de praticamente tudo. No verão a natureza ressurge todo seu esplendor colorindo lagos, rios e montanhas.
         As cidades são assepticamente limpas e bem ordenadas, o povo é gentil e muito amistoso. As casas parecem terem saído duma aquarela infantil, devido às cores que as ornamentam. Telhados pintados de escarlate, azul e outras. As paredes das casas encontram numa quadra, as cores prismáticas do sol.  Residências com flores nas portas, suas janelas grandes, para receberem o máximo de luminosidade, são ornadas com pequenos enfeites que ficam entre as cortinas rendadas e o interior. São delicadas casas pintadas ora de verde, ora de amarelo, já a seguinte de azul e assim vão reproduzindo o arco íris pelas ruas. Os islandeses são de uma amabilidade impar, hospitaleiros e gentis. Um povo que gosta de ler, ama a natureza, gosta de musica e tem um sentimento único de viver o máximo e aproveitar cada momento, buscando a felicidade.
         Uma ave, tipicamente da região é o Puffin (Fratercula ártica), faz grandes ninhos na escarpas dos penhascos apresenta um olhar fraterno, dócil e curioso ao mesmo tempo, tal qual aos coalas australiano nos da a imediata sensação de os levar para casa e acarinhá-lo. Assim foi a Islândia que vi um país apaixonante, um povo, uma natureza, que independente do clima sabem fazer uma nação gostosa de se viver.

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                                                                                       ISLANDIA

         Uma ave, tipicamente da região é o Puffin (Fratercula ártica), faz grandes ninhos na escarpas dos penhascos apresenta um olhar fraterno, dócil e curioso ao mesmo tempo, tal qual aos coalas australiano nos da a imediata sensação de os levar para casa e acarinhá-lo. Assim foi a Islândia que vi um país apaixonante, um povo, uma natureza, que independente do clima sabem fazer uma nação gostosa de se viver.