segunda-feira, 25 de julho de 2011

Turismo pelo Mundo-The world best places

                         TRANSBORDO


                  O ENCANTO DAS VIAGENS ESTÁ NA PROPRIA VIAGEM; A PARTIDA E A CHEGADA SÃO MERAS INTERRUPÇÕES NUM SONHO ATÁVICO DE NOMADISMO.

             

             Quantas vezes,  pergunto: o que leva as pessoas a viajar?
                  São tantos os motivos, que não importa aqui traçar um perfil psicológico de cada tipo de viajante. O ato de viajar, procurar novos horizontes é algo tão antigo como o próprio homem.
                 Podemos reportarmo-nos aos primórdios da humanidade, aquele homem primitivo partindo em busca de novos lugares, motivos poderíamos enumerar desde a necessidade de terras férteis como de melhor caça, mas no fundo está a vontade de seguir um pouco mais adiante, conhecer, desbravar novos lugares.                     Antropólogos falam do berço da humanidade na Mesopotâmia ou África, assim o homem foi subindo pela Europa, desviando-se pela Ásia, atravessando o estreito de Bering, descendo pelas Américas, chegando a Terra do Fogo. Outros cruzaram o Pacífico em embarcações tipo Tora Tora, colonizando a Oceania, Ilha da Páscoa, enfim o dito antigo continente da Lemuria. Seja qual for a realidade, tanto evolutiva como migratória, não importa neste trabalho, importa sim a necessidade do homem deslocar-se, a beleza dos novos lugares, a importância do relacionamento e o conhecimento de outras civilizações que os milênios separaram. Procurar entender um pouco melhor este nosso PEQUENO GRANDE MUNDO.
               Viajar é um ato de ir e vir de um lugar a outro, relativamente afastado. Relativamente é uma palavra muito abrangente, pois no caso depende do grau de conhecimento e da noção de horizontes de uma determinada pessoa e, claro, pela sua situação socioeconômica.
            Econômica, principalmente para nós, latinos americanos. Esta noção de distância também é relativa. Julio Verne idealizou em sua época uma volta ao mundo em oitenta dias, isto hoje pode ser feito em poucas horas, considerando as velocidades ultra-sônicas, tipo mach l ou mach ll. Para pessoas acostumadas nos dias de hoje ir para a Europa em vôos regulares de 11 a 12 ou pouco mais horas. Roma, Lisboa ou Frankfurt pouca coisa mudaria. Um homem de negócios acostumado a fazer a ponte aérea Nova York/Londres toda a semana, voando no Concorde. Consideremos agora um homem interiorano do Brasil, morando cerca de trezentos quilômetros da capital do seu estado ou pior ainda da sede de seu município, a qual não conhece por uma série de motivos, sejam eles culturais, financeiros ou de outra ordem. Quantas pessoas que vivem próximas ao oceano e nunca viram o mar. Assim podemos discorrer horas divagando sobre o porquê do ir ou não ir, da necessidade ou descaso de conhecer novos lugares.
                  O importante é se sentir bem no que se está fazendo e no lugar em que se esta, aqueles que gostam de viajar crucificam aqueles que não desejam, criticando-os no sentido de ficarem limitados ao seu mundinho. Apregoam que viajar é um das melhores coisas que existe e continuam  enumerar infindáveis razões.
                 O ato de viajar, ou mesmo sonhar com as viagens deve ser algo espontâneo e nunca forçado.O que tenho observado são pessoas que viajam por uma necessidade nata, outros por se sentirem na obrigação, por razões sociais, outros acabam gostando e tornam-se viajantes constantes, a maioria dos viajantes sonharam em viajar, começaram com pequenos pulinhos. Foram ampliando horizontes e hoje são completamente viciados, não podendo passar longo tempo sem por o pé na estrada. Algo no horizonte os atrai, estão sempre traçando novos roteiros, sonhando com novas paragens, suas vidas é um constante ir e vir.
                 Minha primeira viajem, foi pelas trompas de minha mãe, foram apenas poucos dias ou horas, chegando ao útero fiz meu primeiro check in e hospedei-me no melhores cinco estrelas da minha vida com tudo incluído, ali fiquei por um período aproximado de nove meses, onde fiz o check out e parti para o canal do parto, desembarcando no terceiro dia de janeiro do ano de 1951, neste pequeno grande mundo.
               Na ocasião brotava o espírito aventureiro e irrequieto, pois fui apressado até para nascer e durante a infância era uma criança travessa e fujona. Minha curiosidade era imensa, armários, portas e janelas tinha que abri-las e sair ou saber o que estava por traz, as pessoas viviam correndo atras de mim com medo que numa das traquinagens  me ferisse. Quando consegui comandar a função motora de minhas pernas e me locomover sozinho, que glória, iniciei a vasculhar minha casa, o telhado, o porão tudo que pudesse alcançar ou imaginar. Mais tarde parti para o reconhecimento do bairro que morava, era o guri mais fujão. Estas pequenas incursões provocaram os meus primeiros acidentes, tornei-me assíduo freqüentador do Hospital de Pronto Socorro. Foram atropelamentos, cortes e hematomas, graças a Deus fraturas ou cirurgias, até o momento, não as conheço.
                  Mais tarde meus pais foram morar numa cidadezinha do interior, na Serra do Sudeste, chegaram novos horizontes, o sapeca urbano tornara-se sapeca rural. Descobri matos, açudes, arroios, cascatas, vi pássaros diferentes, lagartos e cobras, corri atrás de bois e ovelhas, descobri cavernas que fervilhavam minha imaginação. Encruzilhada do Sul era uma cidadezinha pequena cerca de 240 km de Porto Alegre, mas na época saíamos às 7 horas da manhã no Expresso Cometa, um ônibus Pulmann e por volta do meio dia estávamos chegando em Porto Alegre.
                A cidade era pequena, três ruas paralelas, a do meio era a principal, com praça e igreja matriz e as transversais, a minha rua era a terceira, nosso pátio tinha taquareiras, sanga, poço e muito mato, pois após o limite do terreno era área desabitada, já parte rural do município. Descobri frondosas árvores com cipós, imaginei que era o Tarzan, e saltava das árvores com uma galinha embaixo do braço. Quantas galinhas mancas e desasadas circulavam pelas redondezas, quantas chineladas eu levava no banho. Passava os dias inteiros desbravando os matos, mais tarde descobri o MOINHO DO CORVO, um pequeno lagoão situado mais ou menos a 3 km da cidade, tinha uma barragem e lá no passado tinha uma pequena usina geradora de eletricidade, mas na época estava desativada, era meu paraíso perdido, ia a pé com os cachorros, ou de bicicleta roubada do padeiro; eu nunca tive nenhum brinquedo de tração, pois tinham medo que eu me machucasse, assim qualquer bicicleta ou carrinho de lomba que visse, tomava-o e sumia de circulação, devolvendo mais tarde um pouco roto e manchado pelo sangue dos meus joelhos e cotovelos sempre esfolados.
                  Esta natureza indômita e a completa falta de recurso da cidade, no que se refere a minha educação escolar, obrigaram meus pais a me colocarem num internato, numa cidade próxima, Santa Cruz do Sul. Assim fui estudar no Colégio Mauá, estava na época entrando para a quarta série do primário. Até hoje não sei qual foi o fator preponderante, a falta de recursos ou meu espírito, mas agora não vem ao caso, o que importa é que trago boas recordações, foi um período muito bom na minha vida.
                 A cidade ficava a 180 km, eram 4 horas de ônibus, devido à precariedade da estrada. Nasceu aqui outra fascinação, os ônibus, as rodoviárias e as estradas. Adorava os ônibus sua carroceria enfeitada, adorava os caminhões, não que tivesse sonhos de ser motorista, mas pela possibilidade daqueles veículos me levarem a qualquer lugar. Nestas viagens atravessava o rio Pardo e acidade de mesmo nome, um povoado chamado Ramiz Galvão, que era um entroncamento ferroviário, me deliciava quando via uma composição, quando vinha para a capital podia atravessar a ponte sobre o rio Guaíba, com seu vão móvel recentemente inaugurada.
                 Até esta época meu horizonte se limitava ao triângulo Porto Alegre, Encruzilhada e Santa Cruz do Sul. Nesta ocasião já conhecia três balneários do litoral gaúcho: Tramandaí, Cidreira e Capão da Canoa. Minha grande atração na época era a cidade de Tramandaí, foi nela que iniciei a passar o verão sozinho, economizava mesadas, dinheiros que recebia de aniversários e de pequenos trabalhos e comecei a passar os verões hospedando-me em pensões.
                 Com cerca de seis anos fiz minha primeira viagem aérea, minha avó levou-me para Passo Fundo, uma cidade cerca de 300 km de Poá para visitar minha bisavó, sua mãe. As lembranças do vôo são muitas vagas lembro-me apenas das balas MENTEX, servidas no avião.
                  Este tipo de viagem, quanto ao lazer, não acho muito proveitosa, pois pouco me recordo. Nesta fase da vida, as lembranças perdem-se facilmente. Este é meu senão para os pais que insistem em mandar crianças com menos de 12 anos em vôos tipo charter para Disney, no final de tudo, o que fica é como se fosse um passeio ao parque da esquina.
                  Assim as viagens com crianças devem ser muito bem analisadas. Ao meu ver muitas vezes, para elas é enfadonha, e perguntas do tipo quanto falta, vai demorar muito, estou cansada nos acompanham por muitas horas; penso que a melhor maneira seria orientar a criança, e quando chegar a idade adequada proporcionar-lhe umas férias condizentes, dentro de sua maturidade e capacidade de absorver plenamente o passeio.
Tal como a ave que acompanha o vôo inaugural do filhote, esperando no galho os vôos seguintes, confiantes e cheios de segurança.
                   Observamos os adolescentes europeus e americanos em todos os cantos do planeta, desde as cidades mais cosmopolitas, como nos sítios mais remotos, agindo com extrema naturalidade, adquirindo experiência, conhecimento e uma vivência incalculável.
                   Os que não tem condições de alçar vôo através do Atlântico, ficam em seu próprio país. Hoje, vemos centenas de jovens em nossas praias de norte a sul. Outros se arriscando em áreas mais remotas como nos parques nacionais ou até mesmo pela Floresta Amazônica. O jovem deve ampliar seu horizonte, o lugar não importa a experiência adquirida em Istambul, pode ser a mesma que a adquirida em Piracicaba. O importante é o ato de viajar, ser dono de seu próprio nariz, da sua existência naquele período. Deitar na cama à noite e fazer o balancete do dia, pensar na sua família talvez a uma centena ou a milhares de quilômetros, e que amanhã será outro dia de sol, o mundo continuara a girar no mesmo lugar, mas ele poderá estar em outro, e sua casa e a família estarão lá no seu porto seguro.
                 Continuava ainda limitada a cidade gaúcha. Minha fascinação, agora se estendia aos portos, aeroportos, estações ferroviárias. Estes locais sinalizavam um canal para lugares mais distantes. Não era um desejo constante ou obsessivo de fuga ou partida, já comentei isto em outro trecho, mas um desejo atávico de conhecer mais.
         Um analista pode diagnosticar uma necessidade de fuga ou insatisfação com o cotidiano, queria partir, mas queria voltar, preservar minhas referências. Isto faz recordar um filme “Minha Grande Aventura” a atriz era a Ingrid Bergmann e duas crianças que fogem de casa e passam o fim de semana num museu em NY e depois procuram a senhora reclusa para explicar-lhes o sentido da vida. Ela serenamente concluiu “é se ter um grande segredo, só nosso” é uma forma de energia um pacto consigo mesmo, uma razão maior para seguirmos. Acredito que esta necessidade de conhecer o outro lado, um pouco mais para baixo, para cima ou para o lado é o que motiva o homem, esta força, esta necessidade de movimento que fez Newton procurar entender porque a maçãs caia, Colombo a partir pelo mar a procura de algo, vamos lembrar dos fenícios, gauleses, indianos e tantos outros que partiram...Qual o objetivo do homem ter ido à lua e buscar outros planetas?
                Podemos continuar enumerando centenas de outros nomes, aventureiros:
Marco Pólo/ Hernan Cortez/ Thor Heyerdahl/ Vasco da Gama/ Cabral/Amyr Klink, Hiran Birghan/ David Childress e outros.
               Podemos citar outros que nos levaram a viajar e também viajaram graças a sua imaginação:
Julio Verne/ Jean Lery/ Darwin/ Auguste de Saint Hilaire e outros.
             Hoje, temos televisão, jornais, revistas, cinema e outras formas de comunicação, que fazem este mundo pequeno, uma aldeia global, basta girar o dial, teclar ou apertar um botão para acessar o mundo instantaneamente.
             Estas pessoas necessitam justificativas psicológicas para suas andanças, são elas que nos transportam ao mundo de sonhos, aos lugares que desejamos, assim viajamos com elas, confortavelmente sentados em nossas poltronas. Tem duas formas de viajar, uma indo diretamente ao lugar desejado, outra é nos transportando ao lugar, através de livros, filmes ou qualquer outro meio de comunicação.
             As diferenças são incalculáveis, numa situação viveremos a emoção do autor, sua maneira de ver e enfocar. Vemos o mundo com as cores do seu humor, por mais imparcial que seja, profissional, sempre sua descrição de fatos estará submetida a suas vivências, filtradas em seu inconsciente. O mundo que ele vê não pode ser o mesmo que eu vejo, os conceitos de belo são vagos. São manifestações interiores nossas que nos dão o verdadeiro colorido, que transmitimos ao nosso cérebro, vemos o que queremos ver. A beleza é um dos maiores mistérios da natureza, sentimos e vemos todo seu efeito, porém a verdadeira concepção do belo pertence ao domínio do desconhecido. Poderíamos usar centenas de definições para justificar a necessidade de se ver em loco.
                 A Índia é um país, rico em contrastes, indescritível, só estando lá é que podemos ter idéia, assim descrevê-la é impossível.O sentir e relatar são formas de arte, necessitam sensibilidade. Sensibilidade não é quantificável, assim torna inválida a premissa.
                 Sentiria um aborígine australiano a mesma emoção que um professor da Sorbone ao deparar-se com a Mona Lisa ou vislumbrar o Taj Mahal?

                A ciência é a explicação transitória do universo, uma lei física  pode ser alterada com o tempo, a arte é imutável. Os números isolados não conferem nenhuma vantagem.
               Agora pergunto: o sol ou a lua, a alvorada ou o crepúsculo encantou e encanta à todos em todos os tempos? O sol e a lua foram homenageados desde os primórdios da humanidade, foram adorados, endeusados.Cidades foram feitas em suas homenagens. O por do sol e o luar têm fornecido fios para tecer varias manifestações de arte, sensibilidade, poemas, juras de amor, pactos e desejos, por quê...?
             Talvez porque estes astros são constantes em todas as épocas. Inatingíveis, apenas sente-se seu calor e sua luz e à necessidade vital que elas nos fazem.
             Podemos ainda citar o mar, montanhas, árvores, florestas, rios e tudo mais que nos cerca. Diferenciar aqui obras da natureza e do homem. São padrões culturais.Sempre gosto de lembrar esta citação: “vá pelo mundo meu filho e aprenda aquilo que está escrito na natureza. A natureza é a melhor escola que existe para o homem apreender. A natureza não teoriza. A natureza não mente. A natureza não teoriza, a natureza não mente. A natureza é verdade personificada, cada rocha tem uma história escrita em seu aspecto rugoso e batido pelas intempéries. Cada haste de grama, cada folha na árvore e no arbusto tem um murmúrio para quem sabe escutar”.

             Falar em beleza é a coisa mais difícil que existe, são belezas naturais, são obras criadas pela mão do homem, entre as belezas criadas pelo homem podemos lembrar das sete MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO.

                1   Os jardins suspensos da Babilônia ou Sem´ramis no Iraque cerca de 600 ac

               2   Estátua de Zeus, no templo de Diana em Efeso, uma estátua de ouro e marfim de doze metros de altura no século v ac, destruída por um incêndio em Istambul.

             3    Colosso de Rodes, estátua de 35 metros de altura, de autoria de Charles de Lindus, representando a figura de Apolo ou Deus Helio, esculpida entre 292 a 280 ac e destruída por um tremor de terra em 224 ac.

              4    Farol de Alexandria, 122 metros de altura, o mais antigo do mundo, construído por Sostratus de Cnidus cerca de 270 ac com forma de torre piramidal em mármore branco, destruído por um tremor de terra em 1375 dc na ilha de Pharos ao largo da costa de Alexandria no Egito.
  

              Destas maravilhas acima citadas não restam vestígios, nos dias atuais, apenas relatos antigos.

           As ultimas três maravilhas abaixo citadas restam atualmente vestígios.

            5    O Templo de Diana ou Artem´sai construído em Efeso na Turquia em 350 ac e destruído pelos godos em 262 dc.

           6  Tumba do Rei Mausolo de Caria, construído por Halicarnasso, atualmente Bodrum na Turquia, construído em torno de 325 ac.

           7   As grandes pirâmides de Gisé incluem Queóps, Quefrem e Miquerinos construídas pelos faraós da quarta dinastia.

                  As maravilhas do mundo antigo foram enumeradas pela primeira vez no século onze ac por Antipater de Sidon.

                   A grande pirâmide do Egito foi terminada por volta do ano 2580 ac tinha originalmente 146,5 metros de altura, hoje tem apenas 137 devido à queda de pedras e de seu revestimento de estuque brilhante como ouro. Tem um perímetro de 230 metros e um volume estimado de 2.568.000 metros cúbicos e um peso estimado em cerca de seis milhões de toneladas.
                 Podemos continuar a enumerar outras inúmeras maravilhas não catalogadas como: a maior pirâmide do mundo e o maior monumento que é o QUETZACOALL há cerca de cem quilômetros da cidade do México, tem 54 metros de altura e sua base tem cerca de 18,2 há (Queóps tem apenas 5.2) seu volume é estimado em 3,3 milhões de metros cúbicos, e sua construção e estimada em torno do século 11 a seis ac.
                  A grande Muralha da China tem um comprimento de 3460 km com mais de 2860 km de ramificações e estudos recentes podem até dobrar estas cifras frente às novas descobertas arqueológicas que se tem realizado.
                O maior palácio do mundo. O palácio imperial Gu Gong no centro de Pequim e assim poderíamos encher páginas e páginas de belezas criadas pelo homem antigo e outras centenas pelo contemporâneo. Falando de belezas vamos conhecer um pouco nossa casa, nosso planeta  Terra:
                A terra coberta por mar tem uma área estimada de mais de 361.740.000 metros quadrados, ou seja, 70,92% da área total do planeta.
                O maior oceano é o Pacifico, para se ter uma idéia a distância mais curta entre Guayaquil no Equador até Bong Bong na Tailândia tem cerca de 17.550 km de navegação. O maior mar é o Mar da China, o maior golfo é o do México, o ponto mais afastado da terra é um ponto do oceano Pacifico ao sul a 48:30’ e 125:30’ Esta a cerca de 2670 km dos pontos terrestres mais próximos, esta região é denominada ILHA PITCAIRN, ILHA DUCIE E CABO DART. Portanto, quando estamos neste círculo de água teremos uma superfície de água nos envolvendo com cerca de 22 milhões de quilômetros quadrados.
                A maior ilha do mundo, excluindo-se a Austrália, seria a Groelândia, embora existam provas que seriam na realidade uns rendados de ilhas cobertas por gelo.
               A montanha mais alta o Everest, belezas como o Glacial Perito Moreno, cataratas de Iguaçu, Ilhas Galapagos, Pantanal, Parques de Yellowstone  nos  Estados Unidos.
 
                 No continente africano poderíamos enumerar diversos parques estaduais, como o Parque Kruger, as quedas de Vitória, o lago Vitória, o Kilimanjaro, o deserto de Saara, Namib, Kalahari, florestas, savanas, a exuberante fauna, o Vale Rift, a cratera de Nocorngo, o lago de Nakuru há 1850 metros de altura, as belezas de suas praias, savana e estepes.
                    Podemos enumerar cidades maravilhosas como as do Marrocos, Tunísia, Egito repletas de monumentos antigos, a imponente cidade do Cabo, Durban, Nairobi, Adis Abeba, Dacar, Casablanca, Argel e Alexandria entre tantas outras.
      
                No continente asiático, fica mais complexo enumerar, aqui tudo é colossal, o maior continente, englobando 30% das terras emersas. Seu relevo é diversificado, desertos, florestas, altiplanos, cadeias montanhosas, lagos e rios. O clima varia do polar na região da Sibéria ao tropical na região do sudoeste, Temos grandes desertos como o Gobbi, da Arábia, Paquistão e Tibet. Na Ásia encontramos uma mescla das grandes  religiões do mundo, islamismo, budismo, confucionismo, judaísmo, bramanismo, hinduismo, catolicismo e outras pouco significativas.

                        A Oceania é um espalhado de terras entre a Ásia e as Américas, são terras no oceano Pacifico. Austrália, Nova Zelândia, Polinésia e Micronésia. A atração principal dá-se pelo seu clima e estilo de vida. O paraíso terrestre.

                  A Europa, só diz: a natureza emoldurada pelo homem.        



                        

                                 




terça-feira, 19 de julho de 2011

Ao Marcelo

                   AS MOTIVAÇÕES DO VIAJANTE


         Viajar porque chegaram as férias, viajar a negócios, viajar porque aqui frio ou faz calor, viajar para descobrir algum recanto remoto e maravilhoso nalgum lugar perdido.
         As escolhas estão no rol das disponibilidades, conveniência pessoal, sonhos do que a realidade externa, que pouco foge da geografia.
         Viajar é um pouco de tudo isto, mas é essencialmente um ato de descobrir, uma procura incessante das coisas que existem.
         Esta procura pode ser originada através de varias formas, seja a leitura de um livro, um filme, uma revista de turismo ou até mesmo uma dica de um amigo.
         O LONELY PLANET lança este ano pela terceira vez consecutiva, sua BLUE LIST 2008, com os destinos preferidos.
         Fazem uma estimativa quais os lugares preferidos pelos turistas no decorrer do ano. Resumidamente vamos encontrar várias indicações:
       Armênia                                  Arquipélago dos Açores
      Butão                                       Província do Labrador
      Estréia                                    Vietnã
      Montenegro                             Punta Diablo
      Iêmen                                      Chengdu
      Papua-Nova Guiné                 Matsuyama
      Moçambique                            Ilhas Raan
                       O FRUTO NÃO CAI LONGE...

                                                                 





    


         Não me lembro bem, em qual Transbordo escrevi as motivações dos filhos nas viagens, por nós realizadas. Contei as primeiras tentativas, a viagem para os Estados Unidos e outras coisas mais.
         Parecia que a coisa não ia vingar, mas repentinamente, poucos anos atrás; o Marcelo na época deveria estar cursando o oitavo semestre da faculdade. Pediu-me dinheiro para fazer uma viagem. Estávamos  nas últimas semanas de dezembro. Dei-lhe o dinheiro e sugeri que fosse para Buenos Aires e daí partisse para o sul do país.
         Foi tudo muito rápido, poucos dias depois estava na estação rodoviária tomando um ônibus para a Argentina. Fez  todo o trajeto indo até Ushuaia e de lá foi para o Chile visitando as Torres Del Paine. Voltou para o Brasil, ficando apenas poucos dias e partiu novamente desta feita em direção a Uruguaiana e seguindo para Santiago. No Chile foi ao extremo sul da Pan Americana e voltou pela travessia dos lagos em direção a Bariloche e retornou ao Brasil via Buenos Aires e Montevidéu. Conheceu nesta oportunidade a capital uruguaia e as cidades de Colônia e Punta Del Este.
         Noutra oportunidade foi fazer um passeio pelo Paraguai, visitando o roteiro das Missões Internacionais e o interior do país.
         Esta sonhando fazer o mais breve possível a Trilha Inca, saindo por Salta e viajando até Lima.
         Agora em agosto de 2008 o convidei para um passeio, fazer umas trilha no Parque APARADOS DA SERRA, já que ele costuma dizer que adora caminhar e fazer trilhas.
         Visitamos a cidade de Cambará e saímos para fazer uma longa trilha pela Fortaleza. Saímos um pouco do roteiro convencional e fomos até o final do cânion, onde já inicia a descida para a cidade catarinense de Praia Grande. No final da tarde lhe mostrei outro circuito, o da Pedra do Segredo. Atravessamos o Rio das Pedras, mas o “NADA’ chegou e não pudemos ver mais nada”.
         No dia seguinte o levei para conhecer o Itaimbezinho, mas o “NADA’ estava tomando conta de tudo, nos restando apenas caminhar pela trilha do cotovelo e a outra sem oportunidade de se deslumbrar os cânion”.













sexta-feira, 15 de julho de 2011

patagonia

                            DE VOLTA AO...LINDO LUGAR

         Sou categórico quando questionado sobre o lugar mais lindo que já visitei. A Patagônia.
         Acrescento, logo a seguir que a Nova Zelândia é um sério concorrente. Claro que ambos lugares colocados no sentido estritamente natural. As cores e as formas que a natureza presenteou estes sítios, não tem similar no mundo inteiro.
         Sendo um pouco mais abrangente e justo. Pontuando o item apenas como parque nacional, seria extremamente injusto esquecer Yosemite. Este indiscutivelmente, sem nenhum bairrismo é o mais belo Parque Nacional do Mundo.
         A minha “bíblia” de lugares é o livro da Patrícia Schultz, 1,000 Places to see before you die. É um trabalho belíssimo onde a autora faz um apanhado de tudo que de mais lindo existe no mundo, tanto no que se refere a belezas naturais como as feitas pelo homem.
         Outra “bíblia” é o livro El Patrimônio Mundial do guias Périplo com o aval da UNESCO.
         Não gostaria de ser tachado como seguidor de manuais. Eu acho um lugar bonito, porque eles me fazem sentir a sua beleza, e não porque um autor os assim considera. Não mais me impressionam os top de list do mundo. Os lugares imperdíveis, ou as dez mais belas viagens. Acho que cada lugar é único e tem seu encanto próprio, mas tem aqueles         que aguçam mais nossos sentidos por uma razão ou outra. Assim é que vejo este mudo que tanto amo e não me canso de percorrer.
         Voltemos a Patagônia; o que é a Patagônia?

         Um lugar distante, no terço distal da Argentina, no final do continente americano. A região abre suas portas em Trelew, vamos encontrar aqui a pinguineira, uma enorme concentração de pingüins. Um pouco adiante a loberia, agora são os barulhentos e mal cheirosos mamíferos marinhos. Saindo um pouco do continente, em certas épocas do ano, poderemos apreciar as evoluções das baleias.
         Viajando pela carreteira austral n° 1, prosseguimos costeando o Oceano Atlântico até Comodoro Rivadavia.  Um pouco mais abaixo chegaremos em Rio Gallegos.
         É hora de um desvio para o interior. Dobramos em direção ao oeste e vamos para Calafate. Aqui vamos encontrar um dos maiores espetáculos da natureza: O Glacial Perito Moreno e os lagos. O Lago Argentino proporciona um passeio inesquecível. Um dia inteiro de navegação pelos mais belos lugares da terra. Água, glaciares, icebergs, florestas de lengas tudo fundido num espetáculo único da criação.
         Vamos um pouco mais ao oeste, atravessando a fronteira passamos ao Chile. Estamos agora nas margens do Oceano Pacifico. Porto Natales nos abre os braços.
         Estamos muito perto do Parque Nacional Torres Del Paine. Aquelas imagens dos picos de pedra, que aparecem como símbolo das torres sempre fotografadas ao entardecer, onde os raios do sol lhe conferem um colorido avermelhado. Infelizmente, as imagens mostradas nos guias e prospectos turísticos, são muito difíceis de se observar. Como o clima na região é muito instável, provavelmente a maioria dos turistas, vão vê-los encobertos por nuvens. Graças às condições meteriológicas, quando eu as visitei pude contemplá-los no mais perfeito céu azul. Apenas não consegui fotografa-los como aparecem nos cartões postais devido ao tempo. Tais fotos são exclusivas de uma determinada época do ano e horário, coisa que nos turistas não dispomos. Podemos ver o que “aquele dia do passeio” nos oferece. A foto do cartão postal é para os repórteres fotográficos, que na maioria das vezes ficam meses perseguindo a hora certa da foto.
         O parque Torres Del Paine é muito bonito. Sinceramente eu esperava mais, em primeiro lugar ele é muito grande. Necessitamos no mínimo uns cinco dias para conhecê-lo bem. Fizemos um reconhecimento relâmpago do parque. Circulamos em torno de suas montanhas e tivemos uma noção da sua imponência.
         Porto Natales é ainda porta de saída para se conhecer os inúmeros canais que ligam o continente, ao mar aberto. Vários navios fazem passeios regulares pelos fiordes chilenos. O Skorpios é um deles, há vários outros roteiros pela região. Alguns indo até o Canal de Beagle. 
         Nós seguimos nosso rally por via rodoviária, comendo todo o pó patagônico até alcançarmos Ushuaia.
         A Ilha Grande da Terra do Fogo é praticamente um parque nacional. Foi criado em 1960 com uma área de 63 mil hectares indo até a fronteira com o Chile.  Uma região de bosques subantárticos, tendo como representantes as árvores denominadas lega e coihue.
         O clima é muito instável, geralmente frio e úmido com grandes índices pluviométricos podendo atingir os 700 mm anuais.O inverno é muito frio, com dias muito curtos. O mar influencia muito o clima na região, mas no inverno é normal a presença de grandes nevascas e temperaturas inferiores a zero graus.
         Entre inúmeras atrações, posso ressaltar o passeio de catamarã pelo canal de Beagle. Saímos de Ushuaia pela sua baia e navegamos pelo estreito entre a Argentina e a ilha de Navarino que pertence ao Chile. Fomos até a Bahia Lapataia passando pela ilha dos pássaros, farol Lês Eclaireurs, ilha Gable e Ilha Martillo.
         Voltando ao continente, devemos atravessar novamente o Estreito de Magalhães em Punta Arenas (Chile) e ir navegando pelos fiordes. Voltando a Punta Arenas podemos seguir em direção a Argentina até Rio Gallegos ou seguir em território chileno até Puerto Natales, novamente por uma estradinha empoeirada. Aqui podemos embarcar novamente e fazer um magnífico passeio pelo fiorde Ultima Esperanza e Canal Senoret. O circuito irá nos brindar com cenários inesquecíveis. Glaciares, estâncias e lugarejos perdidos do mundo.
         As opções na Terra do Fogo são muito grandes, podemos optar por uma variedade enorme de passeios e atividades, mas o toque de mestre, é o grandioso espetáculo que a natureza nos oferece.
         Em crônicas anteriores, sempre me referia a Terra do Fogo como ‘um lindo lugar “. Principalmente Ushuaia, talvez por ficar mais distante. Ser a cidade mais austral do planeta, embora isto seja refutado pelos chilenos, que insistem em afirmar que sua cidade de Port Willians é a cidade mais austral. Em contrapartida os argentinos argumentam, dizendo que não é cidade, mas apenas uma base militar. Briga entre vizinhos, não sou eu quem vai opinar. Certo que a imagem que tinha de Ushuaia foi diluída. Cheguei na cidade com uma lembrança de uma cidade pacata, perdida nos confins da América. Encontro uma cidade cosmopolita, irreconhecível. A cidade toma os ares de Bariloche, toda voltada ao turismo. A grande vedete da região ainda é a região dos glaciares. Perito Moreno continua a reinar e encantar com maestria, justificando o nosso deslocamento de quase seis mil quilômetros só para vê-lo”.
         Agora meu roteiro pela Terra do Fogo está completo. Perito Moreno e Torres Del Paine estão juntas no mesmo álbum. Na primeira vez que estive aqui, não pude passar para o lado chileno, devido aos conflitos de fronteira, apenas sobrevoei a região. Agora atravessei a região via rodoviária. Viagens duras e cansativas, muito pó e muitas horas num banco de ônibus, mas valeu a pena.














quinta-feira, 7 de julho de 2011

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Laos

                                                        LAOS


         Esta ex-colônia francesa no sudoeste asiático, perdida entre montanhas e lagos, foi o berço de diversos reinos. Por volta dos séculos IX e XII o Império Khmer ocupou toda a região que atualmente conhecemos por Camboja, Tailândia e o sul do Vietnam.
         Um pais envolvido em muitos conflitos políticos e belicosos durante sua existência, foi nos tempos atuais sacudido pelo Japão durante a II grande guerra, depois sofreu inúmeras guerras civis, por fim sendo palco de muitos conflitos durante a Guerra do Vietnã. Após este período, tem vivido em relativa calma, embora de tempos em tempos seja agitada por alguns grupos extremistas mais radicais.
         Sua economia tem no arroz sua principal divisa, graças as suas imensas planícies bem irrigadas pelo rio Mekong. Seu território divide-se entre montanhas, lagos, planícies e vales estreitos.
         
         Desembarquei no aeroporto de Vientiane, troquei alguns dólares por kip, amoeda local, e segui para o hotel.
         Após um breve descanso, deixamos as malas no quarto e saímos para o forte e úmido calor laosiano.Passeamos pelas margens do Mekong, sentamos num dos inúmeros quiosques que margeiam o rio e matamos a sede com uma saborosa água de coco. A avenida costeira, Quay Fa Ngum, acompanha o rio na extensão da cidade e a divide na outra margem com a Tailândia. Aqui há um forte comercio entre os dois paises, pois a Tailândia, um dos Tigres Asiáticos, aguça a compulsão laosina para os bens de consumo do assim chamado primeiro mundo.Este comércio é realizado na maior parte por pequenas embarcações que num vai e vem trazem mercadorias, fugindo um pouco do controle estatal, mas há também uma moderna ponte que une os dois paises um pouco mais adiante.
         No outro dia aproveitamos apara conhecer Tha Deua, um parque budista, as margens do rio, com centenas de imagens de Buda em concreto, alem de outra imagens de animais. Visitamos neste parque alguns templos e depois passamos o resto da tarde sentados à sombra deslumbrando o rio.  
         Vientiane é uma cidade agradável, caminhamos bastante por suas bucólicas ruas, visitando museus, templos e tudo o que “tivesse uma porta aberta à visitação”.
         Um dos principais cartões postais da cidade é o Arco do Triunfo Oriental, um monumento em memória aos que tombaram nas escaramuças da independência. O Templo Haw Pha Kaew guarda um belo Buda de esmeralda, outro belo conjunto de templos é o Nam Phou Fountains. Destarte o calor abafado e as incontáveis águas de coco, dissecamos a cidade.
         No outro dia, cedo pela manhã, fomos ao aeroporto Wattay, tomar o vôo que nos levaria a Luang Prabang.
         Novamente nos deparamos com os sue generis aviões da Laos Aviation, que já nos aguardava na pista.
         Embora seu aspecto de “muito usado” nos proporcionou um bom vôo, pouco tempo depois, sobrevoávamos novamente o rio Mekong serpenteando por entre a espessa floresta, a aeronave foi perdendo altura e finalmente aterrisou.   
         A cidade é muito tranqüila, pode-se conhece-la caminhando tranqüilamente. O comercio e ávida social da cidade acontece na rua Sisavangvong. Repleta de bares e restaurantes, lojas locadoras de motocicletas e agencias de turismo receptivo, atraem hordas de aventureiros de todo o mundo, comungando seu espírito aventureiro por estas longínquas paragens.
         Aluguei um motinho Honda, de fabricação chinesa e sai. Uma sucessão de barbeiragens fez todos os monges da cidade caírem na risada. Sou motoqueiro há anos, já pilotei os mais diversos modelos de motos, e aquela motinho raquítica, com menos de 100 cilindradas estava mais dura de domar que o yake no Tibet.
         Acontece que estas motos de fabricação chinesa, tem os comando completamente trocados.O pedal que nas nossas é o freio na deles é a troca de marchas, o manete que nas nossas é o acelerador naquelas é o freio, e o freio é a embreagem. Considere ao reflexo condicionado, conduzir esta moto nos primeiros instantes foi um suplicio, e um convite a arrancadas e freadas inesperadas, o que muito divertiu aos nativos.
         Embora os percalços, conhecermos bem a cidade com a magrela indomável.Percorremos a avenida principal e íamos até o fim, fazendo a volta na curva do rio e seguíamos pela rua ribeirinha até o ancoradouro. Perto do templo Xieng Thong, paramos e ficamos observando o intenso trafego fluvial do Mekong. Voltamos pela avenida Manthatourath até o cais e ficamos imaginando o passeio de dia inteiro pela águas barrentas do Mekong.
          Na manhã seguinte embarcamos num barco para subir o rio e conhecer os inúmeros templos em cavernas nas suas margens, que também nos tempos de guerra serviram para esconderijos dos guerrilheiros. Visitamos inúmeras povoações ribeirinhas e numa dela, um verdadeiro parque ficamos para o almoço.
~        O Templo Wat Tham esta situado numa gruta, com diversa ramificações que se perdem nas profundezas da terra, chegando aos cinqüenta metros de profundidade.
         Foi um belo dia de passeio, um povo alegre e trabalhador procurando seu futuro, esquecendo um passado tão hostil. Esta bela cidade esta localizada na junção dos rios Mekong e Nan Khan, parte esta que se encontra o monte Phousi, com o magnífico templo Chom Phousi no topo, onde se tem uma bela vista de toda a região. Um belo lugar para se meditar...claro depois de descansar do 329 degraus que se sobe até o templo.