segunda-feira, 25 de julho de 2011

Turismo pelo Mundo-The world best places

                         TRANSBORDO


                  O ENCANTO DAS VIAGENS ESTÁ NA PROPRIA VIAGEM; A PARTIDA E A CHEGADA SÃO MERAS INTERRUPÇÕES NUM SONHO ATÁVICO DE NOMADISMO.

             

             Quantas vezes,  pergunto: o que leva as pessoas a viajar?
                  São tantos os motivos, que não importa aqui traçar um perfil psicológico de cada tipo de viajante. O ato de viajar, procurar novos horizontes é algo tão antigo como o próprio homem.
                 Podemos reportarmo-nos aos primórdios da humanidade, aquele homem primitivo partindo em busca de novos lugares, motivos poderíamos enumerar desde a necessidade de terras férteis como de melhor caça, mas no fundo está a vontade de seguir um pouco mais adiante, conhecer, desbravar novos lugares.                     Antropólogos falam do berço da humanidade na Mesopotâmia ou África, assim o homem foi subindo pela Europa, desviando-se pela Ásia, atravessando o estreito de Bering, descendo pelas Américas, chegando a Terra do Fogo. Outros cruzaram o Pacífico em embarcações tipo Tora Tora, colonizando a Oceania, Ilha da Páscoa, enfim o dito antigo continente da Lemuria. Seja qual for a realidade, tanto evolutiva como migratória, não importa neste trabalho, importa sim a necessidade do homem deslocar-se, a beleza dos novos lugares, a importância do relacionamento e o conhecimento de outras civilizações que os milênios separaram. Procurar entender um pouco melhor este nosso PEQUENO GRANDE MUNDO.
               Viajar é um ato de ir e vir de um lugar a outro, relativamente afastado. Relativamente é uma palavra muito abrangente, pois no caso depende do grau de conhecimento e da noção de horizontes de uma determinada pessoa e, claro, pela sua situação socioeconômica.
            Econômica, principalmente para nós, latinos americanos. Esta noção de distância também é relativa. Julio Verne idealizou em sua época uma volta ao mundo em oitenta dias, isto hoje pode ser feito em poucas horas, considerando as velocidades ultra-sônicas, tipo mach l ou mach ll. Para pessoas acostumadas nos dias de hoje ir para a Europa em vôos regulares de 11 a 12 ou pouco mais horas. Roma, Lisboa ou Frankfurt pouca coisa mudaria. Um homem de negócios acostumado a fazer a ponte aérea Nova York/Londres toda a semana, voando no Concorde. Consideremos agora um homem interiorano do Brasil, morando cerca de trezentos quilômetros da capital do seu estado ou pior ainda da sede de seu município, a qual não conhece por uma série de motivos, sejam eles culturais, financeiros ou de outra ordem. Quantas pessoas que vivem próximas ao oceano e nunca viram o mar. Assim podemos discorrer horas divagando sobre o porquê do ir ou não ir, da necessidade ou descaso de conhecer novos lugares.
                  O importante é se sentir bem no que se está fazendo e no lugar em que se esta, aqueles que gostam de viajar crucificam aqueles que não desejam, criticando-os no sentido de ficarem limitados ao seu mundinho. Apregoam que viajar é um das melhores coisas que existe e continuam  enumerar infindáveis razões.
                 O ato de viajar, ou mesmo sonhar com as viagens deve ser algo espontâneo e nunca forçado.O que tenho observado são pessoas que viajam por uma necessidade nata, outros por se sentirem na obrigação, por razões sociais, outros acabam gostando e tornam-se viajantes constantes, a maioria dos viajantes sonharam em viajar, começaram com pequenos pulinhos. Foram ampliando horizontes e hoje são completamente viciados, não podendo passar longo tempo sem por o pé na estrada. Algo no horizonte os atrai, estão sempre traçando novos roteiros, sonhando com novas paragens, suas vidas é um constante ir e vir.
                 Minha primeira viajem, foi pelas trompas de minha mãe, foram apenas poucos dias ou horas, chegando ao útero fiz meu primeiro check in e hospedei-me no melhores cinco estrelas da minha vida com tudo incluído, ali fiquei por um período aproximado de nove meses, onde fiz o check out e parti para o canal do parto, desembarcando no terceiro dia de janeiro do ano de 1951, neste pequeno grande mundo.
               Na ocasião brotava o espírito aventureiro e irrequieto, pois fui apressado até para nascer e durante a infância era uma criança travessa e fujona. Minha curiosidade era imensa, armários, portas e janelas tinha que abri-las e sair ou saber o que estava por traz, as pessoas viviam correndo atras de mim com medo que numa das traquinagens  me ferisse. Quando consegui comandar a função motora de minhas pernas e me locomover sozinho, que glória, iniciei a vasculhar minha casa, o telhado, o porão tudo que pudesse alcançar ou imaginar. Mais tarde parti para o reconhecimento do bairro que morava, era o guri mais fujão. Estas pequenas incursões provocaram os meus primeiros acidentes, tornei-me assíduo freqüentador do Hospital de Pronto Socorro. Foram atropelamentos, cortes e hematomas, graças a Deus fraturas ou cirurgias, até o momento, não as conheço.
                  Mais tarde meus pais foram morar numa cidadezinha do interior, na Serra do Sudeste, chegaram novos horizontes, o sapeca urbano tornara-se sapeca rural. Descobri matos, açudes, arroios, cascatas, vi pássaros diferentes, lagartos e cobras, corri atrás de bois e ovelhas, descobri cavernas que fervilhavam minha imaginação. Encruzilhada do Sul era uma cidadezinha pequena cerca de 240 km de Porto Alegre, mas na época saíamos às 7 horas da manhã no Expresso Cometa, um ônibus Pulmann e por volta do meio dia estávamos chegando em Porto Alegre.
                A cidade era pequena, três ruas paralelas, a do meio era a principal, com praça e igreja matriz e as transversais, a minha rua era a terceira, nosso pátio tinha taquareiras, sanga, poço e muito mato, pois após o limite do terreno era área desabitada, já parte rural do município. Descobri frondosas árvores com cipós, imaginei que era o Tarzan, e saltava das árvores com uma galinha embaixo do braço. Quantas galinhas mancas e desasadas circulavam pelas redondezas, quantas chineladas eu levava no banho. Passava os dias inteiros desbravando os matos, mais tarde descobri o MOINHO DO CORVO, um pequeno lagoão situado mais ou menos a 3 km da cidade, tinha uma barragem e lá no passado tinha uma pequena usina geradora de eletricidade, mas na época estava desativada, era meu paraíso perdido, ia a pé com os cachorros, ou de bicicleta roubada do padeiro; eu nunca tive nenhum brinquedo de tração, pois tinham medo que eu me machucasse, assim qualquer bicicleta ou carrinho de lomba que visse, tomava-o e sumia de circulação, devolvendo mais tarde um pouco roto e manchado pelo sangue dos meus joelhos e cotovelos sempre esfolados.
                  Esta natureza indômita e a completa falta de recurso da cidade, no que se refere a minha educação escolar, obrigaram meus pais a me colocarem num internato, numa cidade próxima, Santa Cruz do Sul. Assim fui estudar no Colégio Mauá, estava na época entrando para a quarta série do primário. Até hoje não sei qual foi o fator preponderante, a falta de recursos ou meu espírito, mas agora não vem ao caso, o que importa é que trago boas recordações, foi um período muito bom na minha vida.
                 A cidade ficava a 180 km, eram 4 horas de ônibus, devido à precariedade da estrada. Nasceu aqui outra fascinação, os ônibus, as rodoviárias e as estradas. Adorava os ônibus sua carroceria enfeitada, adorava os caminhões, não que tivesse sonhos de ser motorista, mas pela possibilidade daqueles veículos me levarem a qualquer lugar. Nestas viagens atravessava o rio Pardo e acidade de mesmo nome, um povoado chamado Ramiz Galvão, que era um entroncamento ferroviário, me deliciava quando via uma composição, quando vinha para a capital podia atravessar a ponte sobre o rio Guaíba, com seu vão móvel recentemente inaugurada.
                 Até esta época meu horizonte se limitava ao triângulo Porto Alegre, Encruzilhada e Santa Cruz do Sul. Nesta ocasião já conhecia três balneários do litoral gaúcho: Tramandaí, Cidreira e Capão da Canoa. Minha grande atração na época era a cidade de Tramandaí, foi nela que iniciei a passar o verão sozinho, economizava mesadas, dinheiros que recebia de aniversários e de pequenos trabalhos e comecei a passar os verões hospedando-me em pensões.
                 Com cerca de seis anos fiz minha primeira viagem aérea, minha avó levou-me para Passo Fundo, uma cidade cerca de 300 km de Poá para visitar minha bisavó, sua mãe. As lembranças do vôo são muitas vagas lembro-me apenas das balas MENTEX, servidas no avião.
                  Este tipo de viagem, quanto ao lazer, não acho muito proveitosa, pois pouco me recordo. Nesta fase da vida, as lembranças perdem-se facilmente. Este é meu senão para os pais que insistem em mandar crianças com menos de 12 anos em vôos tipo charter para Disney, no final de tudo, o que fica é como se fosse um passeio ao parque da esquina.
                  Assim as viagens com crianças devem ser muito bem analisadas. Ao meu ver muitas vezes, para elas é enfadonha, e perguntas do tipo quanto falta, vai demorar muito, estou cansada nos acompanham por muitas horas; penso que a melhor maneira seria orientar a criança, e quando chegar a idade adequada proporcionar-lhe umas férias condizentes, dentro de sua maturidade e capacidade de absorver plenamente o passeio.
Tal como a ave que acompanha o vôo inaugural do filhote, esperando no galho os vôos seguintes, confiantes e cheios de segurança.
                   Observamos os adolescentes europeus e americanos em todos os cantos do planeta, desde as cidades mais cosmopolitas, como nos sítios mais remotos, agindo com extrema naturalidade, adquirindo experiência, conhecimento e uma vivência incalculável.
                   Os que não tem condições de alçar vôo através do Atlântico, ficam em seu próprio país. Hoje, vemos centenas de jovens em nossas praias de norte a sul. Outros se arriscando em áreas mais remotas como nos parques nacionais ou até mesmo pela Floresta Amazônica. O jovem deve ampliar seu horizonte, o lugar não importa a experiência adquirida em Istambul, pode ser a mesma que a adquirida em Piracicaba. O importante é o ato de viajar, ser dono de seu próprio nariz, da sua existência naquele período. Deitar na cama à noite e fazer o balancete do dia, pensar na sua família talvez a uma centena ou a milhares de quilômetros, e que amanhã será outro dia de sol, o mundo continuara a girar no mesmo lugar, mas ele poderá estar em outro, e sua casa e a família estarão lá no seu porto seguro.
                 Continuava ainda limitada a cidade gaúcha. Minha fascinação, agora se estendia aos portos, aeroportos, estações ferroviárias. Estes locais sinalizavam um canal para lugares mais distantes. Não era um desejo constante ou obsessivo de fuga ou partida, já comentei isto em outro trecho, mas um desejo atávico de conhecer mais.
         Um analista pode diagnosticar uma necessidade de fuga ou insatisfação com o cotidiano, queria partir, mas queria voltar, preservar minhas referências. Isto faz recordar um filme “Minha Grande Aventura” a atriz era a Ingrid Bergmann e duas crianças que fogem de casa e passam o fim de semana num museu em NY e depois procuram a senhora reclusa para explicar-lhes o sentido da vida. Ela serenamente concluiu “é se ter um grande segredo, só nosso” é uma forma de energia um pacto consigo mesmo, uma razão maior para seguirmos. Acredito que esta necessidade de conhecer o outro lado, um pouco mais para baixo, para cima ou para o lado é o que motiva o homem, esta força, esta necessidade de movimento que fez Newton procurar entender porque a maçãs caia, Colombo a partir pelo mar a procura de algo, vamos lembrar dos fenícios, gauleses, indianos e tantos outros que partiram...Qual o objetivo do homem ter ido à lua e buscar outros planetas?
                Podemos continuar enumerando centenas de outros nomes, aventureiros:
Marco Pólo/ Hernan Cortez/ Thor Heyerdahl/ Vasco da Gama/ Cabral/Amyr Klink, Hiran Birghan/ David Childress e outros.
               Podemos citar outros que nos levaram a viajar e também viajaram graças a sua imaginação:
Julio Verne/ Jean Lery/ Darwin/ Auguste de Saint Hilaire e outros.
             Hoje, temos televisão, jornais, revistas, cinema e outras formas de comunicação, que fazem este mundo pequeno, uma aldeia global, basta girar o dial, teclar ou apertar um botão para acessar o mundo instantaneamente.
             Estas pessoas necessitam justificativas psicológicas para suas andanças, são elas que nos transportam ao mundo de sonhos, aos lugares que desejamos, assim viajamos com elas, confortavelmente sentados em nossas poltronas. Tem duas formas de viajar, uma indo diretamente ao lugar desejado, outra é nos transportando ao lugar, através de livros, filmes ou qualquer outro meio de comunicação.
             As diferenças são incalculáveis, numa situação viveremos a emoção do autor, sua maneira de ver e enfocar. Vemos o mundo com as cores do seu humor, por mais imparcial que seja, profissional, sempre sua descrição de fatos estará submetida a suas vivências, filtradas em seu inconsciente. O mundo que ele vê não pode ser o mesmo que eu vejo, os conceitos de belo são vagos. São manifestações interiores nossas que nos dão o verdadeiro colorido, que transmitimos ao nosso cérebro, vemos o que queremos ver. A beleza é um dos maiores mistérios da natureza, sentimos e vemos todo seu efeito, porém a verdadeira concepção do belo pertence ao domínio do desconhecido. Poderíamos usar centenas de definições para justificar a necessidade de se ver em loco.
                 A Índia é um país, rico em contrastes, indescritível, só estando lá é que podemos ter idéia, assim descrevê-la é impossível.O sentir e relatar são formas de arte, necessitam sensibilidade. Sensibilidade não é quantificável, assim torna inválida a premissa.
                 Sentiria um aborígine australiano a mesma emoção que um professor da Sorbone ao deparar-se com a Mona Lisa ou vislumbrar o Taj Mahal?

                A ciência é a explicação transitória do universo, uma lei física  pode ser alterada com o tempo, a arte é imutável. Os números isolados não conferem nenhuma vantagem.
               Agora pergunto: o sol ou a lua, a alvorada ou o crepúsculo encantou e encanta à todos em todos os tempos? O sol e a lua foram homenageados desde os primórdios da humanidade, foram adorados, endeusados.Cidades foram feitas em suas homenagens. O por do sol e o luar têm fornecido fios para tecer varias manifestações de arte, sensibilidade, poemas, juras de amor, pactos e desejos, por quê...?
             Talvez porque estes astros são constantes em todas as épocas. Inatingíveis, apenas sente-se seu calor e sua luz e à necessidade vital que elas nos fazem.
             Podemos ainda citar o mar, montanhas, árvores, florestas, rios e tudo mais que nos cerca. Diferenciar aqui obras da natureza e do homem. São padrões culturais.Sempre gosto de lembrar esta citação: “vá pelo mundo meu filho e aprenda aquilo que está escrito na natureza. A natureza é a melhor escola que existe para o homem apreender. A natureza não teoriza. A natureza não mente. A natureza não teoriza, a natureza não mente. A natureza é verdade personificada, cada rocha tem uma história escrita em seu aspecto rugoso e batido pelas intempéries. Cada haste de grama, cada folha na árvore e no arbusto tem um murmúrio para quem sabe escutar”.

             Falar em beleza é a coisa mais difícil que existe, são belezas naturais, são obras criadas pela mão do homem, entre as belezas criadas pelo homem podemos lembrar das sete MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO.

                1   Os jardins suspensos da Babilônia ou Sem´ramis no Iraque cerca de 600 ac

               2   Estátua de Zeus, no templo de Diana em Efeso, uma estátua de ouro e marfim de doze metros de altura no século v ac, destruída por um incêndio em Istambul.

             3    Colosso de Rodes, estátua de 35 metros de altura, de autoria de Charles de Lindus, representando a figura de Apolo ou Deus Helio, esculpida entre 292 a 280 ac e destruída por um tremor de terra em 224 ac.

              4    Farol de Alexandria, 122 metros de altura, o mais antigo do mundo, construído por Sostratus de Cnidus cerca de 270 ac com forma de torre piramidal em mármore branco, destruído por um tremor de terra em 1375 dc na ilha de Pharos ao largo da costa de Alexandria no Egito.
  

              Destas maravilhas acima citadas não restam vestígios, nos dias atuais, apenas relatos antigos.

           As ultimas três maravilhas abaixo citadas restam atualmente vestígios.

            5    O Templo de Diana ou Artem´sai construído em Efeso na Turquia em 350 ac e destruído pelos godos em 262 dc.

           6  Tumba do Rei Mausolo de Caria, construído por Halicarnasso, atualmente Bodrum na Turquia, construído em torno de 325 ac.

           7   As grandes pirâmides de Gisé incluem Queóps, Quefrem e Miquerinos construídas pelos faraós da quarta dinastia.

                  As maravilhas do mundo antigo foram enumeradas pela primeira vez no século onze ac por Antipater de Sidon.

                   A grande pirâmide do Egito foi terminada por volta do ano 2580 ac tinha originalmente 146,5 metros de altura, hoje tem apenas 137 devido à queda de pedras e de seu revestimento de estuque brilhante como ouro. Tem um perímetro de 230 metros e um volume estimado de 2.568.000 metros cúbicos e um peso estimado em cerca de seis milhões de toneladas.
                 Podemos continuar a enumerar outras inúmeras maravilhas não catalogadas como: a maior pirâmide do mundo e o maior monumento que é o QUETZACOALL há cerca de cem quilômetros da cidade do México, tem 54 metros de altura e sua base tem cerca de 18,2 há (Queóps tem apenas 5.2) seu volume é estimado em 3,3 milhões de metros cúbicos, e sua construção e estimada em torno do século 11 a seis ac.
                  A grande Muralha da China tem um comprimento de 3460 km com mais de 2860 km de ramificações e estudos recentes podem até dobrar estas cifras frente às novas descobertas arqueológicas que se tem realizado.
                O maior palácio do mundo. O palácio imperial Gu Gong no centro de Pequim e assim poderíamos encher páginas e páginas de belezas criadas pelo homem antigo e outras centenas pelo contemporâneo. Falando de belezas vamos conhecer um pouco nossa casa, nosso planeta  Terra:
                A terra coberta por mar tem uma área estimada de mais de 361.740.000 metros quadrados, ou seja, 70,92% da área total do planeta.
                O maior oceano é o Pacifico, para se ter uma idéia a distância mais curta entre Guayaquil no Equador até Bong Bong na Tailândia tem cerca de 17.550 km de navegação. O maior mar é o Mar da China, o maior golfo é o do México, o ponto mais afastado da terra é um ponto do oceano Pacifico ao sul a 48:30’ e 125:30’ Esta a cerca de 2670 km dos pontos terrestres mais próximos, esta região é denominada ILHA PITCAIRN, ILHA DUCIE E CABO DART. Portanto, quando estamos neste círculo de água teremos uma superfície de água nos envolvendo com cerca de 22 milhões de quilômetros quadrados.
                A maior ilha do mundo, excluindo-se a Austrália, seria a Groelândia, embora existam provas que seriam na realidade uns rendados de ilhas cobertas por gelo.
               A montanha mais alta o Everest, belezas como o Glacial Perito Moreno, cataratas de Iguaçu, Ilhas Galapagos, Pantanal, Parques de Yellowstone  nos  Estados Unidos.
 
                 No continente africano poderíamos enumerar diversos parques estaduais, como o Parque Kruger, as quedas de Vitória, o lago Vitória, o Kilimanjaro, o deserto de Saara, Namib, Kalahari, florestas, savanas, a exuberante fauna, o Vale Rift, a cratera de Nocorngo, o lago de Nakuru há 1850 metros de altura, as belezas de suas praias, savana e estepes.
                    Podemos enumerar cidades maravilhosas como as do Marrocos, Tunísia, Egito repletas de monumentos antigos, a imponente cidade do Cabo, Durban, Nairobi, Adis Abeba, Dacar, Casablanca, Argel e Alexandria entre tantas outras.
      
                No continente asiático, fica mais complexo enumerar, aqui tudo é colossal, o maior continente, englobando 30% das terras emersas. Seu relevo é diversificado, desertos, florestas, altiplanos, cadeias montanhosas, lagos e rios. O clima varia do polar na região da Sibéria ao tropical na região do sudoeste, Temos grandes desertos como o Gobbi, da Arábia, Paquistão e Tibet. Na Ásia encontramos uma mescla das grandes  religiões do mundo, islamismo, budismo, confucionismo, judaísmo, bramanismo, hinduismo, catolicismo e outras pouco significativas.

                        A Oceania é um espalhado de terras entre a Ásia e as Américas, são terras no oceano Pacifico. Austrália, Nova Zelândia, Polinésia e Micronésia. A atração principal dá-se pelo seu clima e estilo de vida. O paraíso terrestre.

                  A Europa, só diz: a natureza emoldurada pelo homem.        



                        

                                 




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